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Em 2011, o Vasco se destacava, dentre vários outros motivos, por ser uma equipe versátil. De acordo com as características do adversário, a equipe de Cristóvão Borges tomava uma forma diferente para surpreender o oponente e, na maioria dos casos, sair com o resultado positivo.

Já nesta Copa Santander Libertadores, as variações não têm acontecido com tanta intensidade. O Vasco se mantém, em grande parte dos jogos, no 4-3-3 e faz apenas alterações pontuais entre seus jogadores. Confira abaixo quais são as opções que Cristóvão pode adotar para esta quarta-feira, na tentativa de inovar (ou não) no primeiro confronto das quartas-de-final:

1) 4-3-3 com Juninho e Felipe

É a formação que boa parte da torcida deseja, mas que nem sempre é utilizada por uma razão muito simples: com Juninho e Felipe em campo, Rômulo fica muito exposto, o que faz com que o Vasco possa se tornar mais vulnerável em eventuais contra-ataques adversários. Em contrapartida, a equipe vascaína ganha qualidade na criação por dentro, seja com os dribles e passes do Maestro, ou as finalizações do Rei.

2) 4-3-3 com Nilton como titular

Foi assim que o Vasco fez bom primeiro tempo contra o Lanús, na última semana. Nilton ficava à frente da zaga, mas revezava com Rômulo em determinados momentos. O Vasco ganha poder de marcação, mas faz com que Juninho ou Felipe tenham maior responsabilidade no abastecimento do ataque.

Respectivamente, opções 1 e 2.

3) 4-3-3 com Eduardo Costa como titular

Foi neste modelo de jogo que o Vasco ganhou a Copa do Brasil 2011. Eduardo Costa dava qualidade de passe pela direita, e fazia o primeiro combate – além disso, era coberto por Rômulo. Felipe saía pelo lado esquerdo, mas tinha alguma liberdade para comandar o setor ofensivo por dentro. Sem a bola, voltava para auxiliar na marcação.

4) 4-3-3 com William Barbio e Éder Luís

Foi assim que o Vasco disputou o primeiro tempo contra o Flamengo, na fase de grupos da Taça Guanabara. Com Barbio e Éder pelos lados, a equipe ganha na recomposição defensiva, já que ambos têm facilidade para acompanhar os laterais adversários. Com a bola, o Vasco ganha em velocidade pelos lados do campo. É uma possibilidade mais rara de ocorrer, dada a pouca participação de Barbio nos últimos jogos, após a chegada de Carlos Alberto.

Respectivamente, opções 3 e 4.

5) 4-3-3 com Felipe, Juninho, Carlos Alberto e Diego Souza como centroavante

Por um lado, Diego Souza jogaria de uma forma que não lhe agrada totalmente, ainda que possa sair da área – puxando a marcação adversária – e abrir espaços para os homens de trás. Por outro, talvez o Vasco tivesse maior mobilidade no setor de meio-campo, já que Carlos Alberto não costuma ser “obediente” sob o ponto de vista tático, e tende a centralizar o jogo, se aproximando de Felipe e Juninho e abrindo o corredor para Thiago Feltri. Além disso, talvez o lateral adversário tenha alguma liberdade quando subir ao ataque.

6) 4-4-2, em losango, com Felipe e Juninho

Opção há muito tempo não utilizada por Cristóvão, já que a equipe tende a perder em amplitude e na marcação aos laterais adversários, principalmente pelo lado esquerdo de defesa do Vasco. Felipe, Juninho e Diego estariam próximos, conferindo qualidade ao setor de criação e fazendo com que o camisa 10 possa aparecer mais para o jogo. Por outro lado, a centralização excessiva poderia facilitar a marcação adversária.

Respectivamente, opções 5 e 6.

Fonte: Ao Vasco, Tudo !

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